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A crucificação foi uma das formas mais temidas e dolorosas de execução nos tempos antigos. Milhares de crucificações foram realizadas pelos romanos, sendo os mais famosos, é claro, Jesus Cristo. No entanto, como quase todas as representações de Jesus na cruz foram pintadas séculos depois, nossa imagem da morte de Cristo é, de muitas maneiras, incorreta. Entender a morte de Jesus, embora de natureza horrível e dolorosa, pode nos ajudar a entender melhor o incrível amor que o Salvador tem por nós por causa do que ele estava disposto a suportar. A crucificação era frequentemente precedida pela primeira vez pelo doloroso processo de açoitamento ou flagelação, como é o caso de Jesus. A lavagem foi feita para enfraquecer fisicamente a pessoa condenada, acentuando o já doloroso processo de crucificação. O chicote, ou flagrum, era feito de tiras de couro presas a uma maçaneta, com vidros quebrados, pregos, ossos e pesos de chumbo presos ao final das tiras. O flagrum foi projetado para rasgar a carne, arrancando pele e músculo do osso. O poderoso símbolo do pão do sacramento, que representa a carne de Cristo, sendo dilacerado, é um lembrete adequado da flagelação que Jesus suportou em nosso favor. Uma vez açoitado, o condenado foi obrigado a carregar sua própria cruz pela cidade até chegar ao local da execução. Ao contrário da maioria das representações mostrando Jesus carregando uma cruz inteira, o homem condenado, na verdade, só levaria a cruz. Isto foi devido ao incrível peso de uma cruz completa, e como a madeira era um recurso tão escasso que era comum usar uma árvore já existente, ou um poste permanente como a base da cruz. O fato de Jesus ter sido crucificado em uma árvore viva traz beleza ao título de Jesus como a Árvore da Vida. Os evangelhos nos dizem que Jesus foi crucificado em "um lugar chamado Gólgota" da palavra hebraica que significa crânio, provavelmente referindo-se a um outeiro ou pequena colina, com a forma de um crânio nu. Hoje, em Jerusalém, há dois locais tradicionais principais para o Gólgota, o topo da colina na Igreja do Santo Sepulcro e a Colina da Caveira, perto do portão de Damasco. O primeiro local foi escolhido por Helena, mãe do imperador Constantino, por volta de 325 dC, por causa de várias tradições anteriores que marcaram isso como o lugar.